domingo, 22 de fevereiro de 2009

Defendedor de uma causa desconhecida

frase do dia: Você precisa ver onde a Lua e Vênus estão e terá sorte no amor. Mas não pense que vai ser o mesmo com os jogos.

As pessoas têm manias, isso é um fato comprovado, mas suas manias variam de acordo com as pessoas, não é? Mas iniciar minhas críticas com controvérsias não entra em palta. Este blog trata de assuntos que eu critico, bem ou mal. Porém você pode encontrar algo em comum e postar aqui. Hoje vou tratar e desenrolar meu tratado sobre os chatos que insistem em defender pessoas que mal conhecem de críticas ferrenhas. Seria isso uma mania, ou apenas senso de justiça? Religiosidade ou sinceridade? Resta a vocês decidirem isto. Sejam bem sucintos quanto aos seus coments, ele pode ser defendedor de uma causa desconhecida.
Hoje em dia muitos fatos são reconhecidamente defendidos, como salvar o Planeta contra o aquecimento global, contra o CO²; como a defesa dos direitos femininos; como os direitos dos homossexuais e o direito de liberdade de imprensa. Mas todos esses motivos de defesa são válidos em consideração aos outros menos intuitivos como: defender um participante de um reality show por exemplo. Ou defender um desconhecido de seu destino, já que isso não vale nem um pouco.
Esse tipo de pessoas que preferem defender pontos de vista indecisos são chamados (talvez por mim...) de chatos-de-galocha. Eles ganhariam mais defendendo o próprio planeta, ou os direitos das mulheres do que defendendo um alheio, um desconhcido. Se você tiver um chamado para causas desse tipo considere-se mais uma "Madre Tereza às avessas" no mundo, que autopoluem as ruas e esquinas e defendem o tiozinho que jogou papel de bala na rua. Enquanto à isso não sou santo, já joguei coisas na rua, e quem não jogou que atire a primeira pedra, mas entrei para a causa "salvem o planeta".
Chatos-de-galocha defendam uma causa um pouco mais justa do quê o tiozinho ou a gostozona do reality show que foi chamada de falsa pelos companheiros. Simpatizem-se pelas grandes obras e deixem a vida alheia correr pelo seu proprio rio do destino. Eu mesmo conheço alguns chatos-de-galocha que defendem veementemente seus "prediletos" como se fizessem parte de sua família. Esse tipo de gente, ou ideais, são a causa mútua de discórdia no mundo, para quê defender seu colega se o mundo pede socorro? Para quê defender o direito de vida de um assassino, estuprador e ladrão que esta andando a passos largos para a cadeira elétrica nos EUA (que são campeões em número de chatos-de-galocha).
Enquadrando-se no movimneto de chatos-de-besteiras-improdutivas, vale mais apenas excluir-se do mundo e da sociedade. Torne-se E.M.O., universitário, alterofilista et cetera. Será mais produtivo e mais prestativo sendo uma dessas terríveis coisas do que sendo um chato defendendor de motivos fúteis. Encontre um motivo ou causa importante para defender e aliste-se ao Greenpeace, descubra a lógica de ler, de escrever ou coisa e tal, encha sua vida de coisas que os outros intitulariam besteira e você verá que o mundo dos chatos não é tão chato assim... Não sejam senhoras a conversar sobre a vida alheia na calçada enquanto tricotam.

Gerald Jûnkie.

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